Ala do Cleveland Cavaliers considera mudança para o basquete europeu
LeBron James, um dos principais jogadores da NBA, poderia considerar uma proposta de US$ 50 milhões para jogar fora dos Estados Unidos. De acordo com uma fonte ouvida pelo site da TV americana “ESPN”, o ala do Cleveland Cavaliers interessaria ao Olimpiacos, da Grécia, e ao CSKA Moscou, da Rússia. No entanto, as cifras de um possível contrato ainda não foram discutidas.
O contrato de LeBron encerra-se ao final da temporada 2009/10 da NBA. Vários times da liga trabalham para possibilitar a contratação, já que o contrato do ala começaria em US$ 20 milhões. O Olimpiacos contratou recentemente Josh Childress com uma proposta de US$ 30 milhões.
No entanto, US$ 50 milhões não parecem ser um exagero. David Beckham foi contratado pelo LA Galaxy há dois anos por US$ 250 milhões. Michael Jordan, por sua vez, recebeu do Chicago Bulls US$ 33 milhões pela temporada 1997/98. A alta do euro em relação ao dólar e o fato dos clubes europeus não terem um teto salarial facilitaria a tarefa.
Mesmo com vários jogadores americanos indo para a Europa, Joel Litvin, presidente da liga e de operações de basquete da NBA, não está preocupado.
- Não quero dizer que estão fazendo barulho por nada, mas acho que está um pouco exagerado. Não é algo pelo qual perderíamos o sono.
No entanto, perder um jogador da magnitude de LeBron James preocupa a Associação de Jogadores do Basquete Americano (NBPA). Segundo a entidade, seria um pesadelo.
- A liga acredita que os jogadores são produtos substituíveis. Mas LeBron é um dos três ou quatro que a NBA detestaria perder. Se uma equipe o perdesse ou Kobe Bryant para a Europa, ela perderia a cabeça. Seria devastador – diz um dirigente da NBPA.
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Graziane estava com as malas prontas para ver as Olimpíadas ao lado da mãe Sônia, em Itaquera, Zona Leste de São Paulo. Em Sydney, onde a seleção feminina de basquete disputava amistosos contra a Austrália, a passagem de volta já estava marcada quando ela recebeu a notícia do corte de Érika e de sua convocação. Uma boa notícia de última hora que não chega a ser novidade em sua carreira. - Já é a terceira vez que isso acontece comigo. Em 2006, quando o técnico ainda era o Antônio Carlos Barbosa, fui chamada depois de todo mundo para jogar alguns amistosos. No Pré-Olímpico da Espanha, eu cheguei a ser cortada, mas depois fui chamada de volta. Mas desta vez não estava esperando. Vim para cá sabendo que eu voltaria para o Brasil - diz Grazi, que vai estrear em Olimpíadas aos 25 anos.
A pivô conhece o técnico Paulo Bassul há muito tempo. Aos 14 anos, quando jogava em Guarulhos, recebeu um telefonema da mulher do treinador, Mila, que a chamou para jogar em um time de Campinas. Rodou por várias equipes nacionais e fez parte do grupo comandado por Bassul que conquistou a medalha de prata no Mundial Sub-21 de 2003. No mesmo ano, foi jogar no Faenza, da Itália, ao lado da armadora Adrianinha. Em Pequim, ela terá a missão de substituir Érika. Diz que está confiante e vê diferenças entre ela e a ex-titular. - A Érika é uma jogadora muito mais ofensiva, que sabe atacar muito bem. Eu tenho outras características. Estou empolgada, acho que treinamos muito bem e temos tudo para fazer uma boa participação.
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Apesar da derrota, seleção se classifica para Copa América - Pré-Mundial
O Brasil terminou em quarto lugar no Campeonato Sul-Americano, no Chile. Na disputa pela medalha de bronze, neste domingo, a Venezuela superou a seleção brasileira por 87 a 72 (40 a 34 no primeiro tempo). Os cestinhas foram o venezuelano Oscar Torres e o brasileiro William Drudi com 26 e 21 pontos, respectivamente.
A Argentina ficou com o título da competição ao derrotar os uruguaios por 100 a 95. Argentina, Brasil, Uruguai e Venezuela estão classificados para a Copa América – Pré-Mundial 2009.
O técnico Paulo Chupeta analisou que a equioe não teve atitude defensiva. Segundo ele, a Venezuela soube aproveitar todas as oportunidades que a frágil marcação do Brasil deu. Porém, ele disse que o objetivo foi alcançado, que era a classificação para a Copa América, e que o time lutou até o fim. O mesmo considerou o ala Arthur.
- Não demonstramos a mesma consistência na marcação que tivemos nas duas últimas partidas. Com isso, o nosso ataque também não conseguiu funcionar como deveria. Tínhamos time para chegar à final e conquistar o título. Infelizmente não foi possível. Cada um de nós trabalhou muito e não desistimos nunca, mas não deu. Agora é trabalhar para os próximos
FONTE: GloboEsporte.com
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Depois de escapar de duas derrotas, seleção sucumbe nesta quinta
Ao contrário dos dois primeiros jogos, quando atuou mal, mas conquistou a vitória, a seleção brasileira caiu nesta quinta-feira diante da Argentina. Ainda perdida em quadra, a equipe de Paulo Chupeta tomou uma levada de 102 a 68, pela terceira rodada do Campeonato Sul-Americano, disputado no Chile.
- Nossa equipe entrou apática em quadra, não se impôs e a Argentina, como grande equipe que é, soube se aproveitar disso - analisa o treinador.
O cestinha da partida foi o argentino Roman Gonzalez com 20 pontos. O principal pontuador brasileiro foi o armador Hélio com 14 pontos. O Brasil volta à quadra nesta sexta-feira (20h de Brasília) para enfrentar a Venezuela.
- Foi uma partida atípica. Entramos mal e deixamos a Argentina abrir uma vantagem grande logo no primeiro tempo. A equipe se abateu e não soube reagir. O mais importante é saber que isso não pode acontecer novamente - diz o armador Manteiguinha.
Argentina e Uruguai são as duas seleções invictas na disputas. O Brasil obtém duas vitórias. Estas, porém, sofridas. Na estréia, contra a Colômbia, os brasileiros passaram sufoco, mas triunfaram por 83 a 75 (44 a 31 no primeiro tempo). No duelo com o Chile, a seleção brasileira voltou a não ter vida fácil e bateu o adversário por apenas um ponto, 70 a 69 (28 a 30 no primeiro tempo).
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Seleção brasileira volta a jogar mal. Nesta quinta, time pega a Argentina
Assim como na estréia, a seleção brasileira não teve vida fácil na segunda partida do Campeonato Sul-Americano, que está sendo realizado no Chile. Nesta quarta-feira, o Brasil sofreu para vencer o Chile por 70 a 69 (28 a 30 no primeiro tempo). A equipe do técnico Paulo Chupeta volta à quadra nesta quinta-feira, às 20h (de Brasília) para enfrentar Argentina.
- O time fez um jogo atípico, principalmente na parte ofensiva. Começamos mal e acabamos perdendo o primeiro tempo por dois pontos. Melhoramos um pouco a partir do terceiro quarto e conseguimos passar a frente. Agora é consertar as falhas para o jogo contra Argentina - comenta o ala Arthur.
O cestinha da partida entre os donos da casa e o Brasil foi o chileno Patrício Briones, com 25 pontos.
O principal pontuador brasileiro foi o pivô William Drudi, com 16 pontos.
- Mais uma vez, jogamos mal, especialmente no ataque. Não acertamos o tempo da jogada e nos complicamos na partida. Temos um dia para conversar e acertar o que está faltando para jogar melhor e vencer os próximos confrontos - diz o armador Manteiguinha.
Entenda a competição
De acordo com o regulamento do Sul-Americano, as seis seleções jogam entre si, em turno único. As duas primeiras colocadas na soma de pontos das cinco rodadas decidem o título. As equipes que ficarem em terceiro e quarto lugares disputam a medalha de bronze. As quatro primeiras colocadas estão classificadas para a Copa América - Pré-Mundial 2009.
FONTE: GloboEsporte.com
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Única atleta do elenco que não tinha sido convocada para o Pré-Olímpico, mineira de 25 anos afirma que não esperava ser chamada por Bassul.
Se o corte de Iziane no Pré-Olímpico de Madri é página virada na seleção feminina, a crise deixou ao menos um efeito positivo: o espaço aberto para mais uma jogadora tentar a sorte na equipe adulta. A premiada para preencher a lacuna na ala foi Fernanda Beling, de Americana, convocada pelo técnico Paulo Bassul.
Nos treinos de segunda-feira, na Arena Olímpica, a mineira de 25 anos mal conseguia esconder o sorriso.
- Eu não estava esperando a convocação. Foi uma surpresa muito bem-vinda. Sei que o grupo precisa trabalhar muito e vou fazer o meu máximo - promete Fernanda, que chegou a ser convocada para o grupo inicial do Pré-Olímpico das Américas em 2007, mas acabou cortada.
'Eu não estava esperando a convocação. Foi uma surpresa muito bem-vinda. Sei que o grupo precisa trabalhar muito e vou fazer o meu máximo', diz Fernanda
No hotel na Barra da Tijuca, a novata divide o quarto com a experiente Claudinha, que já sentiu o gosto de disputar uma Olimpíada. O clima, segundo Fernanda, é de tranqüilidade total.
- O grupo está muito fechado. Eu já conhecia a Claudinha e, na verdade, todas essas jogadoras se conhecem bem, estão juntas há muito tempo. Tem sido maravilhoso - festeja a jogadora.
FONTE: GloboEsporte.com
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Com 12 das 16 convocadas, Bassul comanda atividade durante meia hora.
Na primeira manhã de treinos para os Jogos de Pequim, nesta terça-feira, a seleção feminina teve uma passagem-relâmpago pela Arena Olímpica, na Barra da Tijuca. O início das atividades estava marcado para as 10h, mas o ônibus da delegação chegou atrasado e as meninas só pisaram na quadra de aquecimento às 10h30m. Resultado: o técnico Paulo Bassul correu contra o tempo e só treinou durante meia hora, até a chegada da equipe masculina. A pressa de agora contrasta com os planos do treinador para as Olimpíadas.
- Vamos pensar em um jogo de cada vez. Não vou colocar metas para conseguirmos esta ou aquela colocação. Nossa chave não tem nenhum adversário fácil, mas também não tem nenhum impossível. Vamos nos matar a cara partida - avalia Bassul, que terá pela frente Coréia, Austrália, Letônia, Rússia e Bielorrússia.
Para ganhar tempo no treino, Bassul dividiu o grupo em duas partes. Em uma das tabelas, ele orientou as pivôs. Do outro lado, o assistente César Guidetti ficou com as alas e armadoras. Os treinos de segunda à noite, no Marina Barra Clube, e terça de manhã, na Arena, contaram com 12 das 16 jogadoras convocadas.
Ainda se recuperando de uma cirurgia no joelho direito, a ala Karen fez apenas exercícios leves à beira da quadra. Ela só deve integrar o grupo nos treinos daqui a uma semana. A armadora Adrianinha chega ao Rio nesta segunda e começa a treinar na terça. Érika, machucada, e Kelly, na WNBA, só se apresentam no fim do mês, na Austrália, onde o Brasil vai disputar dois amistosos contra as atuais campeãs mundiais.
- A Adrianinha foi muito clara comigo. Ela tem uma filha de 2 anos e disse que não conseguiria cumprir toda a programação de treinos do Pré-Olímpico. Eu pedi que ela me avisasse quando estivesse pronta. Foi o que aconteceu agora - explica o treinador, que acaba de voltar da Espanha, onde participou de um curso com o técnico do CSKA Moscou, Ettore Messina, um dos mais renomados da Europa.
FONTE: GloboEsporte.com
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