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domingo, 10 de agosto de 2008

Metade do caminho já foi: Grêmio goleia o Galo e conquista o turno

Já dá para colocar metade da estrela na camisa, porque o Grêmio, com futebol e sorte de campeão, fez 4 a 0 no Atlético-MG em Belo Horizonte e conquistou neste sábado o primeiro turno do Campeonato Brasileiro. O detalhe que enche de otimismo até o mais descrente dos tricolores é que desde 2003, quando a competição passou a ser disputada em pontos corridos, o campeão do turno também conquistou o Nacional ao término do returno. E não é tudo: com a goleada, o Grêmio chegou a 71,9% de aproveitamento no final do turno. O percentual é inédito. Cruzeiro, Santos, Corinthians e São Paulo, campeões desde 2003, não chegaram a tanto. De quebra, o time gaúcho abriu dez pontos de vantagem para o primeiro clube fora da zona de classificação para a Libertadores. O Galo, com a derrota, viu interrompida uma animadora seqüência de duas vitórias consecutivas. O Atlético entra no domingo em 11º, com 24 pontos, e volta a campo na quinta-feira, no Rio de Janeiro, contra o Botafogo, pela Sul-Americana. O Grêmio tem clássico Gre-Nal um dia antes, também pela competição continental, e deve ir com time reserva. Ouça aqui os gols do jogoSorte de campeão Ter cara e sorte de campeão é vencer mesmo quando o adversário é superior. O Grêmio foi assim no primeiro tempo. Competente, soube conter o maior volume de jogo do Galo nos primeiros 45 minutos. De lambuja, encaixou um contra-ataque e pulou na frente no placar. Para ameaçar o gol de Victor, o adversário precisa suar um bocado e ainda estar em uma daquelas jornadas iluminadas. A defesa do Grêmio é uma fortaleza. E a prova esteve no gramado do Mineirão. Porque a bola ficou quase sempre nos pés de algum atleticano e, paradoxalmente, o time mineiro teve raras chances efetivas de gol. Petkovic e Serginho oscilaram boas jogadas com momentos de sumiço. Quando pintaram oportunidades para o Galo, elas morreram na sorte de campeão do Grêmio. Aos 14 minutos, Petkovic dominou pela esquerda e tocou por cobertura, sem condições de Victor buscar. Mas a bola foi manhosa. Voou, passeou pelo céu do Mineirão e bateu na trave de Victor. Sorte de campeão... Segurar o Galo já estava de bom tamanho. Mas o Grêmio foi além. Aos 35 minutos, Marcel, centroavante brincando de articulador, fez lançamento preciso para Willian Magrão, volante brincando de centroavante. Ele recebeu na área e bate estranho, sem força, um tanto desequilibrado. Aí a bola desviou em Leandro Almeida, enganou Edson e entrou de fininho. Precisa dizer que é sorte de campeão? Futebol de campeão Mas um candidato a título não é feito apenas de sorte. Precisa de futebol, e muito. E aí o Grêmio volta a sobrar. A postura da equipe de Celso Roth no segundo tempo foi uma aula de tática. O Grêmio jogou demais. Fechadinho (e intransponível) lá atrás, o time gaúcho infernizou a vida do Galo em contra-ataques rápidos e mortais. Já era para ter feito o segundo gol aos sete minutos, em cabeceio certeiro de Marcel que o goleiro Edson salvou com grande defesa. Quatro minutos depois, não teve jeito. Vinícius permitiu que Perea dominasse na área e, apavorado, se viu obrigado a cometer o pênalti. Tcheco bateu e fez. O jogo não mudou muito com o segundo gol tricolor. O Galo seguiu buscando o gol, mas sem sucesso. E o Grêmio, cada vez mais ameaçador, quase ampliou aos 27. Edson fez duas grandes defesas em lances de Marcel e Perea. Aos 33, Reinaldo, que acabara de entrar, chutou duas vezes para fazer o terceiro. Cinco minutos depois, livre na área, fechou o placar a favor de um time com futebol e sorte de campeão. E que realmente é, pelo menos no primeiro turno, o grande campeão.

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Cabeçada de Jaílton põe fim ao longo jejum do Fla: 1 a 0 no Atlético-PR

Muitas vezes vilão da torcida do Flamengo, Jaílton experimentou o outro lado da moeda na noite deste sábado. O volante foi o herói da suada vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-PR, no Maracanã, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time carioca venceu depois de sete jogos de jejum – cinco derrotas e dois empates – e chegou aos 31 pontos ao fim do primeiro turno. A equipe termina o dia na quinta posição, mas pode ser ultrapassada por Vitória, Coritiba e Botafogo na rodada de domingo. É bom lembrar que no treino de sexta-feira, um padre foi à Gávea para benzer o time. Deu certo.Apesar do triunfo, as rusgas entre alguns jogadores e a torcida ficaram evidentes. Ibson foi bastante vaiado e não perdoou: - Quando a gente mais precisa da torcida, eles em vez de nos apoiar, nos criticam. É brincadeira. O Flamengo volta a campo no próximo domingo, contra o Santos, na Vila Belmiro, na primeira rodada do returno, ou 20ª. O Atlético-PR, que teve atuação muito ruim, segue estacionado nos 20 pontos e pode terminar o primeiro turno na zona de rebaixamento. Por enquanto, está em 14º lugar. Na próxima rodada, o adversário será o Ipatinga, na Arena da Baixada. Primeiro tempo expõe fraquezas O Flamengo entrou em campo sob gritos de raça e com uma escalação diferente. Jaílton atuou na zaga e Aírton entrou no meio. No ataque, o menino Paulo Sergio teve a chance ao lado de Maxi. Logo a um minuto, o jovem atacante recebeu na área, girou, mas chutou em cima da zaga. Recuados, os visitantes apostaram nos contra-ataques. Aos 17 minutos, Marcio Bahia cobrou falta lateram e Alan Bahia cabeceou no travessão de Bruno, que ficou imóvel. Com as costumeiras dificuldades ofensivas, o Flamengo começou a impacientar a torcida. Leo Moura e Ibson receberam vaias. Aos 27, Maxi quase mudou o panorama ao chutar de esquerda. Galatto se esforçou para conseguir espalmar. Até o fim do primeiro tempo, os erros se repetiram, e o jogo ficou arrastado. Quando o árbitro apitou o fim da etapa, as vaias ecoaram com mais força.
No segundo tempo, os dois técnicos demonstraram a insatisfação com os ataques e fizeram substituições. Entraram Éder na vaga de Paulo Sérgio, no Fla, e Pedro Oldoni, no lugar de Rafael Moura, no Furacão. A primeira chance foi dos visitantes. Aos seis minutos, Ferreira chutou, a bola desviou e foi por cima do travessão. O Maracanã voltou-se contra Ibson. A cada toque na bola, o jogador era vaiado. Aos 13, Maxi fez grande jogada na direita, cruzou, mas Angelim não alcançou e perdeu gol feito. Éder recebeu livre aos 15, mas precipitou o arremate e isolou. Leo Moura errou um passe no campo de ataque e permitiu o contra-ataque ao Atlético. Alan Bahia chutou e Bruno se esticou para salvar, aos 23 minutos. Ibson tabelou com Leo Moura aos 31, e a bola quase sobrou para Angelim. A zaga conseguiu afastar pela linha de fundo. Na cobrança do escanteio, Juan levantou e Jaílton subiu de cabeça para abrir o placar. Loucura da torcida no Maracanã. O Atlético-PR ainda tentou chegar ao empate, mas esbarrou nas próprias deficiências. Fim de jogo e de jejum para o Flamengo.

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São Paulo se recupera e bate o Goiás debaixo de chuva no Morumbi

Debaixo de chuva, o São Paulo conseguiu uma vitória importante por 2 a 1 sobre o Goiás, na noite deste sábado, no Morumbi, e se manteve no G-4 do Brasileirão. O Esmeraldino chegou a empatar a partida, mas não contava com o belo gol de falta de Rodrigo, ainda no primeiro tempo. Com o resultado, o dono da casa está com 33 pontos e se mantém na quarta posição, enquanto o visitante tem 23 pontos, na 13ª colocação. Na próxima rodada, que dá início ao returno, o time paulista enfrenta o líder Grêmio, no Olímpico, no domingo, e o Esmeraldino recebe o Náutico, no mesmo dia. Rodrigo se recupera com belo gol Depois de Muricy Ramalho considerar a derrota para o Fluminense como a pior partida do São Paulo na temporada, a obrigação do time era de ganhar em casa. E, logo aos dois minutos de jogo, o anfitrião mostrou que não estava de brincadeira. Jorge Wagner, em cobrança de falta, colocou a bola na cabeça de Zé Luis, que balançou a rede. Com o gol sofrido, o Goiás precisou sair um pouquinho mais para tentar o empate. Aos dez minutos, André Lima achou um espaço e encontrou Dagoberto, que partiu para cima da defesa e passou para Hugo. O meia tentou o chute, mas Harlei fez uma boa defesa. Zé Luis deu o troco em jogada individual, mas Harlei também ficou com a bola. Aos 15, o São Paulo, que até então neutralizava o Goiás com tranqüilidade, sofreu um golpe. O árbitro marcou pênalti de Rodrigo em Iarley. Os são-paulinos reclamaram muito da marcação e o zagueiro levou as mãos ao rosto, em desespero, pois não chegou a atingir o adversário. Mas Iarley não quis nem saber e converteu a cobrança aos 17, com uma cobrança forte, no meio do gol. Foi o oitavo gol do atacante na competição. o dono da casa tentou se recompor após o empate. Uma boa chance aconteceu aos 22, em cobrança de falta de Jorge Wagner, que Harlei precisou espalmar. Pouco depois, o Goiás armou o contra-ataque com Ramalho, que desceu pela direita e arriscou, mas Rogério Ceni impediu o gol da virada do visitante. O Esmeraldino passou a marcar a saída de bola do adversário com atenção. Mesmo assim, Hugo recebeu uma boa bola pela esquerda, mas chutou muito forte, por cima do gol de Harlei. Aos 35, Zé Luis mais uma vez apareceu bem de cabeça, só que mirou um pouquinho acima do travessão. Aos 42, o São Paulo perdeu a grande chance de ampliar o placar. Em tabela com Dagoberto, André Lima finalizou na pequena área, mas se atrapalhou, e Paulo Baier salvou o Goiás, mandando a bola para fora. Se não conseguia fazer um gol com trocas de passe, o jeito foi apelar para a bola parada. Aos 45, Rodrigo viu a chance de ampliar em uma falta na intermediária. Soltou a bomba e conseguiu um efeito, enganando Harlei e fazendo o segundo para o São Paulo. O dono da casa foi para o intervalo aliviado.
Gol anulado e muita reclamação
O segundo tempo começou quente. Logo aos seis minutos, Hugo carregou a bola na entrada da área e arriscou o chute. Harlei espalmou e Dagoberto, na sobra, colocou para dentro do gol. Os jogadores do São Paulo comemoraram muito, mas o time do Goiás foi reclamar com a arbitragem que a bola havia tocado em André Lima, impedido, no momento do chute de Hugo. O árbitro voltou atrás e anulou o gol. Começou uma chuva de reclamações, agora dos são-paulinos. Não teve jeito: o gol foi anulado corretamente. O dono da casa continuou melhor em campo, pressionando o Goiás. Aos 11, Harlei fez nova defesa em chute de Dagoberto. Aos 21, novo chute do atacante, mas desta vez ele pegou mal na bola e chutou longe do gol. Aos 31, Richarlyson quase complicou a vida do São Paulo. Ao dar um carrinho na área, ele tocou com a mão na bola, mas o juiz não marcou nada. Paulo Baier ainda reclamou, só que o lance passou batido. O Goiás ainda tentou ameaçar com a entrada de Rinaldo, mas o dono da casa conseguiu segurar o resultado importante, embora tenha sofrido certa pressão no fim.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Tabela de Artilheiros

11 gols
Kléber Pereira (Santos)

10 gols
Guilherme (Cruzeiro)
Alex Mineiro (Palmeiras)

9 gols
Nilmar (Internacional)

8 gols
Keirrison (Coritiba)
Cleiton Xavier (Figueirense)
Washington (Fluminense)

7 gols
Marcinho (Flamengo)
Iarley (Goiás)
Perea (Grêmio)
Hugo (São Paulo)
Edmundo (Vasco)
Dinei (Vitória)

6 gols
Lucio Flavio (Botafogo)
Hugo (Coritiba)
Ibson (Flamengo)
Marcel (Grêmio)
Diogo (Portuguesa)
Borges (São Paulo)
Ramon (Vitória)

5 gols
Alan Bahia (Atlético-PR)
Reinaldo (Grêmio)
Adeílson (Ipatinga)
Wellington (Náutico)
Éder Luis (São Paulo)
Luciano Henrique (Sport)
Leandro Amaral (Vasco)
Marquinhos (Vitória)

4 gols
Jorge Henrique e Túlio (Botafogo)
Dodô (Fluminense)
Romerito (Goiás)
Roger (Grêmio)
Alex (Internacional)
Geraldo (Náutico)
Durval (Sport)
Jean (Vasco)

3 gols

Coelho, Eduardo, Gedeon, Marques e Petkovic (Atlético-MG)
Carlos Alberto, Wellington Paulista e Zé Carlos (Botafogo)
Charles e Wagner (Cruzeiro)
Tadeu (Figueirense)
Leonardo Moura e Souza (Flamengo)
Alex Terra (Goiás)
Índio (Internacional)
Felipe (Náutico)
Kléber e Valdívia (Palmeiras)
Edno e Jonas (Portuguesa)
Dagoberto e Rogério Ceni (São Paulo)
Alex Teixeira (Vasco)

2 gols
Jael (Atlético-MG)
Anderson Aquino, Danilo e Marcelo Ramos (Atlético-PR)
Michael e Rubens Cardoso (Coritiba)
Ramires e Weldon (Cruzeiro)
Edu Sales, Felipe Santana e Rafael Coelho (Figueirense)
Juan, Kléberson e Obina (Flamengo)
Conca e Somália (Fluminense)
Júlio César, Paulo Baier e Paulo Henrique (Goiás)
Rodrigo Mendes e William Magrão (Grêmio)
Adriano (Internacional)
Beto, Gian e Rodriguinho (Ipatinga)
Radamés e Warley (Náutico)
Denílson, Diego Souza, Jéci, Leandro e Maicosuel (Palmeiras)
Bruno Rodrigo, Patrício e Washington (Portuguesa)
Maykon Leite e Molina (Santos)
André Dias e André Lima (São Paulo)
Carlinhos Bala, Júnior Maranhão, Leandro Machado e Roger (Sport)
Eduardo Luiz, Madson e Wagner Diniz (Vasco)
Marcelo Cordeiro e Ricardinho (Vitória)

1 gol
Beto, Danilinho, Leandro Almeida, Márcio Araújo, Marcos, Rafael Aguiar, Vanderlei e Vinícius (Atlético-MG)
Antônio Carlos, Joãozinho, Léo Medeiros, Márcio Azevedo, Nei, Pedro Oldoni e Rafael Moura (Atlético-PR)
Alessandro, Diguinho, Gil e Triguinho (Botafogo)
Bernardi, Carlinhos Paraíba, Guaru, João Henrique, Marcos Tamandaré, Marlos e Rodrigo Mancha (Coritiba)
Elicarlos, Fabrício, Henrique, Jadílson, Marcelo Moreno, Rômulo e Thiago Martinelli (Cruzeiro)
Bruno Santos, César Prates, Marquinho, Rámon e Rodrigo Fabri (Figueirense)
Cristian, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Vandinho (Flamengo)
Allan, Rafael, Tartá e Thiago Neves (Fluminense)
Vitor (Goiás)
Anderson Pico, Léo, Paulo Sérgio, Pereira e Thiego (Grêmio)
Edinho e Sidnei (Internacional)
Gérson Magrão, Luciano Mandi, Marinho, Neto Baiano, Renato e Tiago Vieira (Ipatinga)
Everaldo, Gilmar e Piauí (Náutico)
David, Gladstone, Henrique, Sandro Silva (Palmeiras)
Christian, Halisson, Marco Aurélio, Preto, Rogério e Vaguinho (Portuguesa)
Apodi, Kléber, Michael, Moraes e Tiago Luís (Santos)
Aloísio, Hernanes e Joílson (São Paulo)
Ciro, Francisco Alex e Fumagalli (Sport)
Alan Kardec, Luizão, Morais, Pablo e Rodrigo Antônio (Vasco)
Jackson, Rodrigão e Willians Santana (Vitória)

Gol contra
César Prates (Atlético-MG para o Coritiba)
Vinícius (Atlético-MG para o Santos)
Bruno Rodrigo (Portuguesa para o Sport)
Dias (Portuguesa para o Ipatinga)
Bida (Vitória para o Cruzeiro)

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CLASSIFICAÇÃO

Colocação Time PG J V E D GP GC SG %
1º Grêmio 38 18 11 5 2 31 12 19 70%
2º Cruzeiro 33 17 10 3 4 29 17 12 65%
3º Palmeiras 31 17 9 4 4 29 20 9 61%
4º São Paulo 30 18 8 6 4 31 20 11 56%
5º Vitória 29 17 9 2 6 25 18 7 57%

Coritiba 29 18 8 5 5 26 19 7 54%
7º Flamengo 28 18 8 4 6 29 19 10 52%
8º Sport 27 18 8 3 7 21 21 0 50%
9º Botafogo 25 17 7 4 6 26 18 8 49%

Internacional 25 17 7 4 6 20 17 3 49%
11º Atlético-MG 24 18 6 6 6 25 33 -8 44%

Figueirense 24 17 6 6 5 22 32 -10 47%
13º Goiás 23 18 6 5 7 22 26 -4 43%
14º Atlético-PR 20 18 5 5 8 17 20 -3 37%
15º Vasco 19 18 5 4 9 30 34 -4 35%

Portuguesa 19 18 5 4 9 24 38 -14 35%
17º Náutico 18 18 5 3 10 19 29 -10 33%
18º Santos 17 18 4 5 9 21 32 -11 31%
19º Fluminense 16 18 4 4 10 20 27 -7 30%
20º Ipatinga 13 18 3 4 11 18 33 -15 24%

Classificados para a Copa Libertadores

Classificados para a Copa Sul-Americana

Rebaixados para a Série B
PGPontos Ganhos
JJogos Disputados
VVitórias
EEmpates
DDerrotas
GPGols Pró
GCGols Contra
SGSaldo de Gols
%Porcentagem de aproveitamento dos pontos

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RESULTADOS DO JOGOS / PROXIMOS JOGOS

Qua, 06/08/2008
  • 19:30
    Vasco 0x2 Coritiba
  • 19:30
    Grêmio 1x0 Ipatinga
  • 20:30
    Sport 2x0 Portuguesa
  • 20:30
    Atlético-PR 2x0 Náutico
  • 21:50
    Fluminense 3x1 São Paulo
  • 21:50
    Santos 2x3 Atlético-MG
  • 21:50
    Goiás 2x1 Flamengo
Qui, 07/08/2008
  • 20:30
    Palmeiras x Vitória
  • 20:30
    Cruzeiro x Internacional
  • 20:30

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Gol no fim dá vitória ao Goiás e aprofunda a crise do Fla

Iarley marca duas vezes, e time carioca completa sétimo jogo sem vitória

Iarley é o novo fomentador da crise do Flamengo. Depois da bomba de terça, o atacante do Goiás marcou duas vezes - uma delas aos 46 minutos do segundo tempo - e garantiu a vitória por 2 a 1, no Serra Dourada. Leo Moura descontou.

Vandinho se machuca

Antes mesmo dos dez minutos, o torcedor do Flamengo certamente pensou: não há nada ruim que não possa piorar. Se já não bastassem todos os problemas, o time colecionou mais um. Depois de estrear fazendo gol na última rodada, o atacante Vandinho sentiu uma fisgada na coxa esquerda e foi substituído por Maxi.

Dentro de campo, as duas equipes demoraram a acertar. Os visitantes até tinham mais posse de bola, porém, a desorganização era visível. Aos 19 minutos, o Goiás assustou em chute de Iarley.

A incapacidade de criar chances de gol prosseguiu de parte a parte. Até os 31 minutos. Depois de uma seqüência de erros, Jaílton aproveitou a sobra e acertou a trave direita. Maxi tentou logo depois, mas chutou para fora.

Obina e Toró receberam o terceiro cartão amarelo e desfalcam o time no próximo jogo. Até o fim da primeira etapa, a melhor chance foi criada por Toró. Contudo, ele cruzou em cima de Harley.

No segundo tempo, a zaga do Flamengo repetiu um erro recorrente. Após cobrança de escanteio, Ernando desviou na primeira trave e Iarley, livre, teve tempo para dominar e fazer o gol. O mesmo Iarley quase ampliou aos nove.

O técnico Caio Júnior substituiu o zagueiro Dininho pelo volante Aírton. Toró aproveitou um recuo errado da zaga esmeraldina, mas chutou no corpo de Harley.

Aos 17 minutos, Ibson chutou, o goleiro do Goiás defendeu e o companheiro Henrique chutou contra, no travessão. Melhor em campo do Fla, Juan foi derrubado por Vitor dentro da área. Pênalti. Na cobrança, Leo Moura bateu alto, no canto direito e empatou.

A partida ficou aberta. Juan achou Maxi na ponta direita, mas o argentino chutou para fora. Mas no fim, uma falha generalizada da zaga rubro-negra permitiu ao carrasco Iarley fazer o segundo gol do Goiás e assegurar a vitória.

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Em noite de 'enterro', vitória sobre o São Paulo garante ressurreição do Flu

Washington marca três vezes e cariocas vencem de virada no Maracanã



Não precisou nem ser uma vitória épica como a da Libertadores, apesar do placar repetido, mas foi suficiente para transformar uma noite que começou com um 'enterro' promovido pelos torcedores vestidos de preto na arquibancada na ressurreição do Fluminense no Brasileirão. Com três gols de Washington, os cariocas venceram o São Paulo por 3 a 1, no Maracanã, pela 18ª rodada, e garantiram pelo menos alguns dias de paz nas Laranjeiras. Hugo descontou.

Apesar do triunfo, o Tricolor do Rio de Janeiro segue na vice-lanterna, agora com 16 pontos, enquanto o São Paulo vê a posição no G-4 ameaçada. Com 30 pontos, o time de Muricy torce por um tropeço do Vitória, diante do Palmeiras, nesta quinta-feira.

No próximo fim de semana, os cariocas encerram a participação no primeiro turno jogando contra o lanterna Ipatinga, no Ipatingão, domingo, às 18h10m. Já o Tricolor Paulista recebe o Goiás, sábado, às 18h20m, no Morumbi.

Flu intimidado e São Paulo acomodado

Talvez intimidado pelo enterro simbólico realizado pelos torcedores nas arquibancadas, o time do Fluminense iniciou a partida mais preocupado em não errar do que em arriscar. Diante de um São Paulo seguro e sem pressa para sair da defesa, o Tricolor carioca trocava passes para os lados na intermediária ofensiva e tinha dificuldade para entrar na área.

Na primeira saída de contra-ataque do São Paulo, aos 5 minutos, Hugo recebeu passe de Jorge Wágner dentro da área e foi desarmado por Fernando Henrique. O Fluminense, com Somália caindo pelos lados e Washington centralizado, apelava para os cruzamentos aéreos. Aos 12, Carlinhos apareceu bem pela direita e Zé Luís, na pequena área, impediu a cabeçada do camisa 9.

A passividade do São Paulo irritou Muricy Ramalho, que começou a gritar e empurrou sua equipe para o campo adversário. Aos 20, Hugo limpou a jogada na entrada da área chutou firme para a defesa de Fernando Henrique no canto direito. De longa distância também foi o arremate de Éder, sete minutos depois, obrigando o goleiro carioca a executar mais uma boa defesa.

Com espaços, o Fluminense teve grande chance em bom contra-ataque aos 29. Tartá descolou bom passe para Somália, que driblou Joilson e rolou com açúcar para Washington. Na pequena área, o Coração Valente girou rápido, mas chutou nas nuvens. Foi a última conclusão do Flu na primeira etapa.

Sempre tranqüilo, o São Paulo seguiu trocando passes com objetividade e desperdiçou duas boas chances aos 35 e aos 38. Primeiro, Jorge Wagner fez fila pela esquerda e cruzou rasteiro para Roger afastar o perigo. Em seguida, foi a vez de André Lima e Zé Luís tabelarem. A bola sobrou para Éder Luís dentro da área, mas, mais uma vez, Roger salvou o time do Rio de Janeiro.

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A segunda etapa começou com o mesmo panorama: o São Paulo no ataque e o Fluminense atordoado. Logo no primeiro minuto, Éder Luís deu lindo drible em Roger e chutou forte para fora. Dois minutos depois, o primeiro gol do jogo: Jorge Wágner cruzou da esquerda, o onipresente Roger afastou mal e Hugo emendou de canhota. Fernando Henrique ainda caiu no canto esquerdo e tocou na bola, que entrou mansa no gol.

A necessidade fez com que o Flu se lançasse ao ataque e, na base do abafa, pressionasse o rival. Aos 6, Somália avançou como um ponta-esquerda e cruzou na cabeça de Washington, que escorou em cima da zaga. Aos 9, no entanto, não teve perdão. Romeu foi derrubado na área por Éder e o camisa 9 cobrou o pênalti forte para empatar a partida.

A avalanche continuou e em duas faltas cobradas por Conca o time carioca quase desempatou. No primeiro lance, Luiz Alberto desviou de cabeça no meio da área e a bola saiu a direita do gol. Pouco depois, o argentino arriscou direto para o gol e Rogério Ceni fez linda defesa. A virada, que já era iminente, aconteceu aos 17. Junior Cesar puxou contra-ataque, Conca se enrolou todo, mas a bola sobrou para Tartá, que achou Washington na área. O Coração Valente dominou e encheu o pé com raiva para fazer o gol.

A virada fez com que a desorganização mudasse de lado. Com Tartá e Conca confiantes, o Flu passou a apostar nos contra-ataques e, bem posicionado na defesa, forçava os erros do São Paulo. Errando muitos passes, os paulistas chutavam de fora da área. Aos 29, Jean assustou Fernando Henrique e tirou tinta da trave direita do goleiro.

Entretanto, nove minutos depois, veio o golpe final do Fluminense. Luiz Alberto deu um chutão para o ataque, Rogério Ceni saiu mal do gol e Tartá dominou pela esquerda. O jovem rolou para Washington, que aos trancos e barrancos marcou seu terceiro gol na noite e decretou que, pelo menos até domingo, o clima nas Laranjeiras será de paz.

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Galo vence o Peixe na Vila Belmiro e Cuca volta a balançar forte

Peixe faz 2 a 0, mas leva a virada. Torcida xinga jogadores, o técnico e tenta invadir camarote do presidente santista

O Atlético-MG venceu o Santos por 3 a 2, nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, conquistou sua primeira vitória fora de casa no Brasileirão, e complicou de vez a situação do Peixe e do técnico Cuca, que foi chamado de burro pela torcida e volta a balançar forte no cargo após a segunda derrota consecutiva em casa (o Santos já havia perdido para o Coritiba no último domingo).

Com esse resultado, o Alvinegro Praiano permanece com 17 pontos, na antepenúltima posição. Já o Galo vai a 24 pontos e fica mais longe da zona de rebaixamento.

O Santos volta a campo no próximo domingo, às 18h10m (horário de Brasília), para enfrentar o Náutico, em Recife. Já o Atlético-MG recebe o líder Grêmio, sábado, às 18h20m (Brasília), no Mineirão.

Defesas em pane, ataques aproveitam

As defesas de Santos e Atlético-MG deram muita emoção ao primeiro tempo da partida desta quarta-feira. As duas equipes marcavam muito mal pelo lado esquerdo e, com isso, proporcionavam lances de perigo para o adversário. No Peixe, Michael, que deveria ser o lateral-esquerdo, atuou à frente, quase como um terceiro atacante. Pelo Galo, César Prates, lento, não acompanhava as descidas de Maikon e Quiñonez.

E foi às costas de Prates que saiu o primeiro gol do Peixe, logo aos dois minutos de jogo. Maikon desceu com rapidez pela direita e cruzou à meia altura. Kléber Pereira apareceu por trás da zaga e completou de cabeça para o gol vazio.

O Santos continuou em cima, sempre atacando pela direita, mas desandou a desperdiçar chances. Aos 21, Prates recuou mal para Vinícius, que perdeu na corrida para Kléber Pereira. O artilheiro invadiu a área e chutou forte, mas acertou a rede pelo lado de fora. Aos 24, foi a vez de Maikon perder o gol. Ele recebeu lindo lançamento de Kleber e saiu de frente para o goleiro Edson, mar chutou para fora. No lance seguinte, Kleber teve a chance para ampliar quando a bola apareceu à sua frente, na pequena área, mas ele cabeceou para fora.

De tanto insistir, o Santos chegou ao segundo gol aos 28. Sempre pelo seu lado direito. Quiñonez cruzou no primeiro pau. O zagueiro Vinícius tentou cortar e acabou marcando contra.

O Peixe nem teve tempo para comemorar a vantagem. Aos 29, a bola é lançada para a direita. Eller não corta e Jael entra sozinho, toca por baixo de Douglas e sai para comemorar.

Douglas não pôde fazer nada nesse lance, mas acabou sendo decisivo no fim do primeiro tempo, ao evitar o empate do Galo. Foram duas grandes defesas. Aos 37, Petkovic cobrou escanteio e a bola sobrou para Marques, que emendou de voleio. O goleiro santista defendeu à queima-roupa. Aos 44, Pet cobrou falta da entrada da área e só não empatou o jogo porque o camisa 1 do Peixe espalmou.

Peixe entra em parafuso e Galo vira

O Atlético voltou para o segundo tempo marcando melhor e sufocou o Santos em seu campo. Rondou a área santista até empatar a partida aos cinco minutos. Pet acertou ótimo passe para Marco Aurélio, que entrou às costas de Fabiano Eller e afundou de pé direito, sem chances para Douglas.

Com o empate, o Peixe entrou em parafuso. Passou a se mandar para o ataque desordenadamente, mas, errando vários passes, não conseguia ameaçar o gol de Edson, que se tornou um mero espectador.

O técnico Cuca tentou melhorar o time colocando mais um atacante, Cuevas, no lugar do zagueiro Marcelo. Apodi entrou para dar mais velocidade pela ala direita e entrou na vaga de Adoniran. Quiñonez passou para o meio. As mudanças deixaram o Santos mais leve. Mais isso não significou velocidade, mas pressa.

Sem entrosamento, muito menos senso coletivo, os santistas passaram a tentar resolver sozinhos. Aí, foi um tal de Cuevas querer marcar da intermediária, de Michael querer fazer fila pelo meio sem sucesso...

Mas apesar do descontrole do Santos, o Atlético não mostrava muita força para se aproveitar. Até tinha espaços para atacar, mas não chegava.

Ainda que desordenadamente, o Peixe até conseguiu criar chances e quase desempatou aos 24, com Apodi, que recebeu na meia-lua, virou e chutou de esquerda. A bola passou raspando a trave.

Se o Galo não tinha forças suficientes para tentar a virada, o Peixe deu uma forcinha. Aos 29, o equatoriano Quiñonez tentou dar um corte dentro da área e perdeu a bola para Rafael Aguiar, que só teve o trabalho de colocar no canto direito de Douglas.

Com o terceiro gol do Galo, acabou a paciência do torcedor santista, que passou a cobrar duramente os jogadores.

- Não é mole, não. Tem de honrar a camisa do Peixão - gritava a arquibancada.

Dentro de campo, o time sentiu e o que era descontrole virou desespero. O Galo, como se jogasse no Mineirão, virada o jogo de um lado para o outro, fazendo os santistas correrem.

O quarto gol do Galo não saiu aos 39 porque Douglas fez uma grande defesa. Após chute da entrada da área, a bola é desviada e quase encobre o goleiro, que conseguiu se esticar e mandar por cima.

A partir dos 42, o técnico Cuca passou a ser chamado de burro pela inconformada torcida santista. Um grupo chegou até a tentar invadir o camarote da diretoria. O treinador pode cair ainda nesta quarta-feira.

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Grêmio joga mal em casa, mas vence Ipatinga e segue na liderança

Tricolor vence com gol logo no início, e agora torce por tropeço do Cruzeiro contra o Inter para levar o turno antecipadamente

O líder continua líder e o lanterna continua lanterna. O Grêmio jogou muito pouco, passou sufoco, entrou na roda, mas conseguiu o mais importante: bateu o Ipatinga por 1 a 0 e acrescentou três pontos à poupança. O resultado manteve o time de Celso Roth na liderança isolada do Campeonato Brasileiro, agora com 38 pontos. Se o Cruzeiro não vencer nesta quinta, o Tricolor será o campeão do primeiro turno com uma rodada de antecedência. Detalhe: o adversário da Raposa é o Internacional, eterno rival do clube do Olímpico.

O resultado afundou o Tigre um pouco mais na zona da degola. São apenas 13 pontos em 18 jogos. Na próxima rodada, o Grêmio visita o Atlético-MG. O jogo é no sábado. Um dia depois, o Ipatinga recebe o Fluminense.

Lanterna coloca o líder na roda

O Grêmio não teve futebol de líder. E o Ipatinga esteve longe de apresentar as habituais falhas de um lanterna. Depois de atuações sólidas, sustentadas por bons desempenhos técnicos e distribuição tática impecável, o Tricolor se permitiu não jogar absolutamente nada. O primeiro tempo azul foi um atentado ao futebol. O time de Celso Roth passou 45 minutos tropeçando na bola. Largou com vitória de 1 a 0, mas foi muito injusto. O Ipatinga jogou melhor. Os mineiros foram envolventes, trocaram passe com inteligência e exploraram o lado esquerdo ofensivo, geralmente com Beto e Adeílson. Em resumo: jogaram como nunca, perderam como sempre.

A sorte do Grêmio foi ter feito o gol muito cedo. Com três minutos, William Thiego cruzou da direita e Perea dominou, pensou e fulminou. O chute foi certeiro, no cantinho esquerdo de Fred, que esticou todos os músculos e articulações do corpo em vão: 1 a 0 para o Tricolor e festa no Olímpico.

Antes, com apenas 50 segundos de jogo, o Tigre já havia ameaçado. Adeílson cruzou da direita para Beto desviar de cabeça, para fora. Mas o maior mérito dos mineiros foi não sentir o gol de Perea. Parecia que não tinha acontecido. Com toda a naturalidade do mundo, os visitantes tiraram a paz da defesa gremista. Com 22 minutos, Henrique cabeceou à queima-roupa, livre, leve e solto. Victor fez uma daquelas defesas que a torcida comemora como se fosse título.

E não foi só isso. Leandro Salino recebeu livre na área, mas não conseguiu concluir. Patrick, de cabeça, fez o coração de muita gente parar de bater no Olímpico. A bola lambeu a trave. A resposta do Grêmio foi menos contundente. Com Rafael Carioca e Tcheco em noite nada feliz, as chances foram raras. Teve uma em chute forte de Marcel e outra em cabeceio perigoso de Pereira. Só.

Gremistas melhoram, mas não evitam sustos

O puxão de orelhas que os jogadores levaram de Celso Roth no intervalo foi traduzido em melhor rendimento dentro de campo. O Grêmio cresceu no segundo tempo. Mesmo um pouco enrolado, foi mais incisivo. Perea quase fez duas vezes. Marcel não marcou de cabeça por detalhe. Porém, o Ipatinga seguir ameaçador.

A pedido da torcida, Souza foi a campo no lugar de Perea. Makelele entrou junto com o meia e quase matou o jogo aos 29. Ele apareceu livre na área, mas foi barrado pela boa saída de Fred. Com Souza, o Grêmio ganhou criatividade. Felipe Mattione driblou o goleiro e não fez o gol por detalhe (assista ao vídeo). Mesmo ameaçado, o Ipatinga pregou algumas peças e ficou perto de empatar. Nos acréscimos, o árbitro Wilson Souza de Mendonça marcou falta frontal para o Ipatinga, mas quando o time mineiro ia cobrar, deu o jogo por encerrado, para surpresa e reclamação dos jogadores do Tigre.

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Coxa aproveita erros do Vasco e vence fora de casa

Cariocas deixam o campo hostilizados pela torcida, que pede a saída de Lopes. João Henrique e Keirrison marcam os gols

O Coritiba aproveitou as fragilidades da defesa do Vasco e a pressão da torcida na arquibancada para vencer por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, em São Januário, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Sob as vaias e os gritos de "olé" das arquibancadas, os cariocas perderam mais uma partida na competição e voltam a ficar a perigo, próximos à zona de rebaixamento da competição.

Com o resultado, o Coritiba chegou aos 29 pontos na tabela de classificação. O Vasco permaneceu com 19. Na próxima rodada, a última do primeiro turno do Campeonato Carioca, os cariocas vão enfrentar o Vitória, no Barradão. Os paranaenses encaram o Sport, no Couto Pereira. Os dois jogos vão ser realizados no próximo domingo.

Coxa aproveita bobeada do Vasco

O jogo começou nervoso, principalmente pelas reclamações dos torcedores do Vasco com o árbitro gaúcho Leandro Pedro Vuaden. Logo no primeiro minuto, após uma falta em Wagner Diniz, o juiz deixou a partida seguir e irritou os vascaínos na arquibancada. O Coritiba iniciou melhor o confronto, com maior posse de bola, trocando passes pelas laterais do campo. Destaque para a velocidade do ala Guaru.

Aos 16, o primeiro lance perigoso do jogo. Edmundo cobra falta da intermediária na cabeça de Anderson. O zagueiro chega antes da marcação, mas cabeceia por cima do gol de Vanderlei. A partida seguiu muito ruim, com os dois times mostrando muita disposição, mas pouca objetividade. Diferentemente dos últimos compromissos no Brasileirão, a zaga do Vasco parecia mais bem postada.

Aos 30, o Vasco teve uma ótima oportunidade para abrir o marcador. Madson recebeu na entrada da área, cortou um zagueiro e chutou no canto de Vanderlei. O goleiro se esticou todo e colocou para escanteio. Dois minutos depois, Alê arriscou da intermediária, a bola desviou em Anderson e sobrou para João Henrique, dentro da área. Sozinho, o meia deslocou Tiago para marcar.

O Vasco tomou um susto com o gol do Coxa, e a torcida seguia fazendo o seu papel na arquibancada: "O Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor". Aos 37, Guaru, um dos melhores em campo, recebeu sozinho no meio-campo, carregou a bola até a área do time carioca e driblou o goleiro Tiago. Na hora de finalizar, o meia foi travado por Rodrigo Antônio. No minuto seguinte, Madson tentou da entrada da área e errou. Desta vez, o coro dos cruzmaltinos foi diferente: "Ei, Vasco, vamos virar". Na saída para o vestiário, Lopes foi chamado de "burro".

Vasco volta melhor, mas Coxa aproveita contra-ataques

Cansado da pouca objetividade do seu meio-campo, o técnico Antônio Lopes voltou para o segundo tempo com Alex Teixeira na vaga de Victor. E logo no primeiro minuto da etapa final, Madson fez boa jogada pelo lado direito e cruzou para Edmundo. O Animal escorou na entrada da pequena área, mas errou o alvo. O time da Colina confirmou a subida de produção, mas com uma chance desperdiçada, aos dois minutos. Madson entrou na área e chutou de direita para Vanderlei defender com tranqüilidade.

Aos 3, o Coxa quase ampliou. Rodrigo Heffner invadiu pela direita e cruzou para Keirrison. O jogador chegou atrasado não conseguiu tocar para o fundo da rede. Com o passar do tempo, a torcida voltou a ficar impaciente com a equipe. Aos 11 minutos, o Vasco perdeu uma chance de ouro. Em um contra-ataque rápido, Alex Teixeira recebeu de frente para o goleiro e desperdiçou. Na sobra, Madson tirou Vanderlei, mas chutou por cima do gol.

Lopes decidiu atender ao apelo dos torcedores apenas aos 19 minutos. O treinador sacou o lateral-esquerdo Edu, que deixou o campo vaiado, e apostou na entrada de Jean. Aos 27, Leandro Amaral recebeu passe de Edmundo dentro da área. O camisa 11 passou por um zagueiro e chutou fraco.

Mesmo com o Vasco melhor, o Coxa foi quem chegou ao segundo gol. Ricardinho fez boa jogada pela direira e cruzou na cabeça de Keirrison. O jogador aproveitou a falha da zaga e marcou o segundo gol. O lance serviu para acirrar os ânimos dos torcedores, que passaram a intensificaram o pedido para a saída de Antônio Lopes e hostilizaram o presidente Roberto Dinamite, que estava na tribuna de honra de São Januário.

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Após cinco anos, Leão vence a Lusa

Diante de sua torcida, Rubro-Negro é superior durante toda a partida e ganha com facilidade da apática Portuguesa

O Sport acabou com um jejum de cinco anos sem vencer a Portuguesa ao derrotar o rival por 2 a 0, nesta quarta-feira, na Ilha do Retiro, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Leão chegou a 27 pontos, e a Lusa estacionou nos 19 (assista ao vídeo).

Na próxima rodada, o Rubro-Negro encara o Coritiba, fora de casa, e a Portuguesa recebe o Cruzeiro.

Primeiro tempo rubro-negro

Diante de sua torcida, que tanto fez a diferença na conquista da Copa do Brasil, o Leão partiu para cima da Lusa desde o primeiro minuto. Logo de cara, Luciano Henrique lançou bem Carlinhos Bala, mas Ediglê evitou o gol. Aos 12, o atacante rubro-negro cruzou pela direita, a bola fez uma curva, e Sérgio foi obrigado a fazer bela defesa. E esta foi a tônica da etapa inicial. Domínio total do Sport, que não conseguia transformar as boas chances em gol. Tanto que o gol só saiu aos 45 minutos. Francisco Alex cruzou, e Roger cabeceou, sem chance para o goleiro da Portuguesa.

A Lusa, por sua vez, chegou apenas duas vezes com certo perigo. Mal no primeiro tempo, o time de Valdir Espinosa criou pouco e errou muitos passes, permitindo contra-ataques da equipe da casa, que marcava forte no meio-de-campo. Para tentar mudar o panorama do jogo, o técnico da Lusa mexeu no time ainda na etapa inicial: colocou Fellype Gabriel no lugar de Preto. A Portuguesa até cresceu minutos antes do intervalo, mas nada que de fato incomodasse Magrão.


Leão amplia no segundo tempo


A Lusa melhorou com a entrada de Fellype Gabriel e equilibrou o jogo no início da etapa final. O Leão seguiu chegando mais ao ataque, mas sem finalizar. Até que, aos 12, Moacir avançou pela direita, e o zagueiro Bruno Rodrigo marcou contra. Com o gol, o Leão cresceu em campo e perdeu boas chances de ampliar o placar. A Portuguesa se encolheu e pouco fez para tentar empatar.

Aos 33, Luciano Henrique recebeu belo passe e sofreu pênalti de Bruno Teles. Ele mesmo bateu, mas Sérgio defendeu e mandou para escanteio. O Leão seguiu melhor e não precisou de muito esforço para segurar o resultado.

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Furacão vence o Náutico e empurra adversário para a zona perigosa

Rubro-Negro domina o jogo, perde muitos gols e faz 2 a 0

O Atlético-PR venceu o Náutico por 2 a 0 nesta quarta-feira, em Curitiba, e passou o adversário para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, onde o Furacão estava após a última rodada. Rafael Moura marcou o seu primeiro gol pelo clube paranaense. Danilo completou o placar. Este foi o oitavo jogo seguido sem vitória dos pernambucanos.

Com o resultado, o Rubro-Negro foi para 20 pontos, deixando o Timbu com 18, entre os quatro últimos colocados.

O jogo

Nos primeiros 15 minutos, equilíbrio na partida. A chance inicial foi do time da casa, com três de jogo. Com Anderson Aquino dando um drible de corpo na marcação, entrando na área e batendo cruzado. Eduardo defendeu. Aos 14, Nei escorregou, Felipe ficou com a bola e entrou na área. O chute de pé esquerdo foi defendido por Galatto. No rebote, o próprio Felipe cabeceou para o gol e o camisa 1 do Furacão se esticou todo para colocar para escanteio.

Esta, no entanto, seria a única boa chance do Timbu na etapa. A partir daí só deu Atlético. Aos 18 aconteceu o gol. Anderson Aquino recebeu na área, partiu para cima de Onildo e chegou à linha de fundo. O cruzamento rasteiro encontrou Rafael Moura na pequena área. O atacante só teve o trabalho de tocar para o gol.

Dois minutos depois, novamente jogada com Anderson Aquino. Ele recebeu de Márcio Araújo na área, girou e bateu para o gol. Eduardo ficou a bola. o Náutico tentou sair jogando, mas o Rubro-Negro roubou a bola de novo. Chico lançou Anderson Aquino de novo, e o atacante desta vez mandou para fora.

A partir daí o Furacão também diminuiu o ímpeto. E quando voltou a atacar, foi prejudicado pela arbitragem. Com 40 minutos, Anderson Aquino foi lançado entre os zagueiros e partiria livre para o gol, aproveitando a linha de impedimento mal feita do Náutico. No entanto, foi marcado impedimento erradamente.

Danilo fecha o placar

Na volta do intervalo, Anderson Aquino seguiu importunando a defesa rival. Logo com 20 segundos de jogo, ele apareceu na área, driblou Vágner e mandou rente à trave direita.

O Náutico, enfim, voltou a dar o ar de sua graça aos 13 minutos. Kuki deu um drible de corpo em Ney e bateu cruzado, pela esquerda. Por muito pouco a bola não entrou no canto esquerdo de Galatto.

Mas o Atlético seguiu senhor do jogo. Quatro minutos depois da chance alvirrubra, Rafael Moura tratou de responder. Ele arriscou de fora da área, e Eduardo caiu no canto direito para espalmar para o lado.

A situação do Timbu ficou ainda complicada com a expulsão do lateral-direito Maurinho, aos 21 minutos, por falta em Márcio Azevedo. Só que mesmo assim ainda deu um susto no time da casa dois minutos depois. Kuki roubou bola de Antônio Carlos na direita e cruzou. Felipe completou de primeira, mas Galatto esticou a perna esquerda para fazer grande defesa.

Rodriguinho, aos 35, perdeu boa chance para ampliar. No bico direito da pequena área, ele chutou para nova defesa de Eduardo. Mas na cobrança de escanteio, Nei bateu, e Danilo, na segunda trave, completou para a rede.

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Fax chega com atraso, mas não impede a presença de Valdivia na seleção chilena

Valdivia aguardou até às 18h (horário de Brasília) desta terça-feira, na Academia de Futebol do Palmeiras, pela convocação para defender a seleção chilena no amistoso contra a Turquia, dia 20, em Istambul. Os relacionados também devem atuar pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo nas partidas contra o Brasil (dia 6 de setembro, em Santiago) e Colômbia (dia 10 de setembro, fora de casa). Mas o fax acabou não chegando no clube no horário comercial.

O camisa 10 do Palmeiras deixou a Academia chateado. Os jornalistas chilenos, que estavam no Brasil para acompanhar a 'provável' convocação de Valdivia, ficaram inconformados. O gerente de futebol Toninho Cecílio afirmou que o fax não havia chegado ao clube por volta das 19h30, mas garantiu que se o técnico argentino Marcelo Bielsa, que comanda o Chile, mudasse de idéia, o Verdão liberaria o seu principal jogador.

Mas, por volta das 20h15m, o fax confirmando a escalação de Valdivia chegou ao Palmeiras. O chileno foi avisado pelo departamento de futebol quando já estava em casa. O dono da camisa 10 alviverde vai desfalcar o clube na segunda rodada do segundo turno do Campeonato Brasileiro, no dia 20 de agosto, data do amistoso contra a Turquia, na partida contra o Internacional, em Porto Alegre.

Valdivia havia vestido a camisa da seleção chilena pela última vez na Copa América do ano passado, na Venezuela. Ele foi acusado, junto com outros jogadores, de abusar das noitadas e suspenso por 20 partidas. Mas, assim que Marcelo Bielsa assumiu o Chile, a punição caiu para 10 partidas. E a partir de agora o Mago está liberado para voltar a mostrar serviço.

Na tarde desta terça-feira, na Academia de Futebol, Valdivia passou a maior parte do tempo gravando uma propaganda para uma rede de supermercados do Chile. O camisa 10 do Palmeiras está confirmado no time titular na partida contra o Vitória, nesta quinta-feira, às 20h30m, no Palestra Itália.

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Adilson Batista faz mistério na escalação

Mais uma vez, o técnico do Cruzeiro, Adilson Batista, decidirá a formação titular da equipe celeste apenas após verificar detalhadamente o adversário. Para o jogo contra o Internacional, nesta quinta-feira, pela 18ª rodada do Brasileirão, o treinador afirmou que esperará a decisão do técnico da equipe gaúcha, Tite, sobre os jogadores que começam o confronto. - Vamos aguardar a maneira que ele vem aqui no Mineirão, que pode ser com os três zagueiros, que pode ser com os três volantes, ou com um solto e dois na frente, com duas linhas de quatro - observa Adilson Batista. O técnico do time mineiro observou o triunfo do Internacional por 3 a 1 sobre o Fluminense, no sábado passado, no Maracanã. Segundo Adilson Batista, o treinador do Inter não manteve a formação das últimas partidas e poderá fazer algumas modificações contra o Cruzeiro. - Mudou em relação àquilo que a gente observava nos confrontos. Ele sempre trabalhou com três zagueiros. Mas está fazendo uma linha de quatro lá trás, às vezes três no meio, às vezes dois. No jogo do Rio, fez uma linha de três e deixou só o Nilmar na frente - diz. Adilson Batista afirmou que se informará mais sobre o Internacional e treinará em cima da provável formação da equipe gaúcha. - Nesta quarta-feira, a gente faz um trabalho tático em função do que acharmos que deve ser o posicionamento deles - completa.

Classificação do Campeonato Brasileiro

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Em meio à fumaça, Fla tenta entrar no rumo contra o embalado Goiás

O Flamengo chegou a Goiânia ainda com o zumbido da bomba martelando a cabeça dos jogadores. A seqüência de seis jogos sem vencer prejudica a imagem e o relacionamento do sexto colocado do Brasileirão com sua torcida. O Goiás, adversário desta quarta-feira, às 21h50m, no Serra Dourada, está em 13º, mas navega em mares calmos. Tudo por causa da goleada por 4 a 0 sobre a Portuguesa na última rodada. O GLOBOESPORTE.COM acompanha o jogo, válido pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, em Tempo Real. A TV Globo transmite para o Rio de Janeiro. Outrora líder, o Fla passa por momentos de aflição. A contratação do uruguaio Richard Morales, de 33 anos, foi ofuscada pelo tumulto entre jogadores e torcedores no treino de terça-feira. Entre xingamentos mútuos e ameaças de agressão, a explosão de uma bomba caseira acirrou os ânimos. Ao menos, na chegada à capital de Goiás, cerca de 100 pessoas recepcionaram carinhosamente a delegação no aeroporto. Com apenas dois pontos somados nos últimos 18 disputados, o Rubro-Negro aposta na dupla Obina e Vandinho para reencontrar os caminhos de vitória e sair dos 28 pontos. - Nosso grupo está ainda mais forte depois desse episódio - afirma o capitão Fábio Luciano. Na zaga, Dininho retorna após cumprir suspensão na vaga de Thiago Sales. Ronaldo Angelim ainda não se recuperou de lesão na coxa e Diego Tardelli, que fraturou o braço, está fora do torneio. Nada como uma goleada O Goiás, que estava entre os quatro últimos colocados no Brasileirão e vinha de duas derrotas consecutivas, para Sport e Botafogo, goleou a Portuguesa no último sábado por 4 a 0, subiu para a 13ª posição e ganhou novo ânimo. A equipe terá apenas um desfalque. O lateral Júlio César foi julgado pela Segunda Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça, pela expulsão no jogo contra o Cruzeiro, no último dia 23 de julho, e pegou duas partidas. Como já cumpriu uma, o jogador pode voltar na rodada seguinte, no fim de semana, contra o São Paulo. Para o atacante Iarley, a equipe precisa redobrar a atenção, e não se empolgar com o belo resultado contra Lusa. - Vai ser uma partida bem difícil, que precisaremos estar concentrados. Não podemos achar que será tão fácil como foi contra a Portuguesa. Temos de entrar com muito respeito ao Flamengo para conquistarmos um resultado positivo - alerta o atacante.

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Peixe e Galo desafiam irregularidade e tentam embalar no Brasileirão

A Vila Belmiro assiste nesta quarta-feira, a partir das 21h45m (horário de Brasília), a um confronto entre duas equipes que buscam, além de redenção, regularidade no Brasileirão: Santos e Atlético-MG. Dono da casa, o Peixe vive em situação pior. Está na antepenúltima posição, com 17 pontos. Vinha de duas vitórias convincentes, contra Vasco, por 5 a 2, e Inter, por 1 a 0, e tinha a chance de deixar a zona de rebaixamento se vencesse o Coritiba, no último domingo, em casa. Perdeu por 3 a 1 e segue ameaçado. Agora, tenta novamente se livrar da zona de risco. Uma vitória nesta quarta-feira basta. Os concorrentes mais próximos do Santos são Atlético-PR e Náutico, que se enfrentam nesta também nesta quarta, às 20h30m (horário de Brasília), em Curitiba. Um empate seria ideal para o Alvinegro Praiano. Clique aqui e veja a lista de jogos do Peixe Já o Galo também poderia estar em melhor situação se mantivesse uma regularidade. Nos últimos seis jogos, o time alternou vitórias e derrotas. Dois desses tropeços, aliás, por goleada: 4 a 0 para o Botafogo e 6 a 1 para o Vasco. Na última rodada, vitória por 2 a 1 sobre o Sport. Por isso, não consegue avançar na classificação. Está em 12º lugar, com 21 pontos. Clique aqui e veja a lista de jogos do Galo O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances dessa partida em Tempo Real, com vídeos exclusivos. A TV Globo transmite para Minas Gerais. O restante do País acompanha pelo Premiere, em sistema pay-per-view. Desfalques santistas O técnico Cuca tem problemas para escalar a sua equipe. O treinador já não poderia contar com o goleiro Fábio Costa, que segue machucado. Agora, não terá também o volante Adriano e o meia Molina, que se machucaram contra o Coritiba. Além disso, o volante Dionísio está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Por outro lado, o zagueiro Fabiano Eller, que cumpriu gancho contra o Coxa, volta à equipe e forma trio de defesa com Marcelo e Domingos. Na zaga de Fábio Costa, Douglas está confirmado. Adoniran e Hudson disputam vaga de Adriano e Molina deverá ser substituído por Paulo Henrique. Desafio é vencer fora A turbulência causada pela goleada por 6 a 1 para o Vasco já passou. Após a queda do técnico Alexandre Gallo, o Atlético fez as pazes com a vitória, derrotando o Sport de virada. Agora, o desafio de Marcelo Oliveira é vencer a primeira fora de casa. A dupla de ataque formada por Marques e Jael será mantida. O jovem de 19 anos ganhou elogios do veterano colega de frente. - Eele mostrou uma característica muito forte, de segurar os zagueiros, fazendo a parede para quem está vindo de trás - diz. César Prates volta ao time na lateral esquerda no lugar de Calisto, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. E a arma secreta do time mineiro, Gedeon, que entrou no segundo tempo e decretou a virada sobre o Sport, continua no banco de reservas à disposição de Marcelo Oliveira

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Grêmio e Ipatinga unem as duas pontas da tabela no Olímpico

As duas pontas da tabela do Brasileirão serão atadas no gramado do Olímpico nesta quarta-feira. A partir das 19h30m (de Brasília), o Grêmio, líder e dono da melhor defesa e do melhor ataque da competição, recebe o Ipatinga, lanterninha da disputa. O duelo dos extremos receberá o olhar atento de uma penca de clubes – interessados em secar a boa fase tricolor ou em ver os mineiros patinando na zona da degola. Os gaúchos entram na rodada com 35 pontos, dois à frente do Cruzeiro, o vice-líder. É quase o triplo da pontuação do Tigre, que soma apenas 13. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os detalhes da partida em Tempo Real, com vídeos. O Premiere, pelo sistema pay-par-view, mostra ao vivo para todo o Brasil. Goleada? Massacre? Vitória fácil? Só ser for para o torcedor... O Grêmio tem consciência de que um tropeço diante do Ipatinga pode ser fatal na briga pelo título do Brasileirão. No Olímpico, ninguém é criança para ignorar a necessidade de somar três pontos diante do time de pior campanha do Nacional. Mas a ambição pela vitória não faz com que os azuis subam no salto alto. O discurso é de respeito ao Tigre. Os profissionais do Grêmio deixam a expectativa de vitória fácil apenas para a torcida. - O torcedor é uma situação à parte. O passional é sempre difícil de ser controlado, e nem queremos isso. O torcedor terá sua reação, e ela é absolutamente fácil de imaginar: vai querer que o Grêmio faça uma bela partida e ganhe com folga. O segredo é trabalhar a cabeça dos jogadores para o confronto com um time que está no final da tabela. É uma questão de maturidade. O grupo precisa saber que todo jogo é igual - diz o técnico Celso Roth. Para sustentar a liderança do Brasileirão pela quinta rodada consecutiva, o Grêmio repete o time que fez 2 a 0 no Vitória. Léo, após lesão muscular, busca melhor condicionamento físico e segue fora. Souza, de boa estréia no domingo, continua como opção no banco de reservas para Celso Roth. A diretoria tricolor espera novamente um grande público no Olímpico. A expectativa é de mais de 35 mil gremistas na missão de ajudar o time a seguir no topo do Brasileirão. Tigre segue com quatro volantes no meio-campo O Tigre ainda não venceu fora do Ipatingão no Campeonato Brasileiro. Jogando na casa do adversário, foram dois empates e seis derrotas em oito jogos. Porém, contra o Grêmio, no Olímpico, o empate será considerado um bom resultado. Por isso o time deve jogar na defensiva. Na derrota por 2 a 1 para o Palmeiras, na última rodada, o técnico Ricardo Drubscky escalou a equipe com quatro volantes. Diante do Grêmio, Augusto Recife, que levou o terceiro cartão amarelo, não poderá jogar. Com isso, Xaves deve ganhar a vaga. Paulinho Dias e Leandro Salino e Leo Silva, que também são volantes, completam o meio-campo. Leo Silva tem características mais ofensivas e pode ajudar na criação de jogadas. A esperança de gols do Tigre é Michel, contratado na última semana junto ao Internacional. Com a má fase do atacante Marinho, o recém-chegado deve começar como titular contra o Grêmio. Empatado em número de pontos com o Fluminense no Brasileirão, o Ipatinga segura a lanterna porque tem um saldo de gols pior que o adversário. Se conseguir somar mais pontos que o Tricolor carioca nesta rodada, o Tigre deixa a última posição da Série A.

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Flu pega o São Paulo no Maraca 77 dias depois do jogo da Libertadores

No dia 21 de maio, Fluminense e São Paulo fizeram, no Maracanã, pela Libertadores, um jogo épico, talvez o melhor do Brasil nesta temporada, que terminou com a classificação do Tricolor carioca para a semifinal da competição e o Tricolor paulista em xeque, inclusive o técnico Muricy Ramalho. Nesta quarta, dois meses e meio após aquele jogo, as equipes voltam a se enfrentar no Maracanã, às 22h, pelo Campeonato Brasileiro, em situações distintas. O São Paulo, já recuperado do baque, goleou o Vasco na última rodada, subiu duas posições e já está, novamente, na zona de classificação para a Libertadores, com 30 pontos, cinco atrás do líder Grêmio. Já o Flu ainda não conseguiu reagir após a perda do título para a LDU e divide a lanterna com o modesto Ipatinga, ambos com apenas 13 pontos. Pelo saldo de gols melhor (ou menos pior), o Tricolor está na 19ª posição. Times bem diferentes As equipes que entrarão em campo nesta quarta sofreram bastantes modificações. O Flu terá apenas cinco titulares daquela partida, Fernando Henrique, Luiz Alberto, Junior Cesar, Conca e Washington. Renato perdeu Gabriel e Cícero, negociados, Thiago Silva e Thiago Neves, na seleção, Arouca, machucado, Dodô (que entrou no segundo tempo) e Ygor, em má fase, estão fora do time. No São Paulo, mesma coisa: Muricy não poderá contar com Dagoberto, suspenso, Miranda, machucado, Hernanes e Alex Silva, na seleção, além de Adriano e Fábio Santos, que deixaram o clube, mas terá as voltas de Zé Luís e Hugo, que atuaram naquela partida, bem como Joilson e Jorge Wagner (que entraram no segundo tempo), além de Richarlyson e Rogério Ceni. Jancarlos, barrado por deficiência técnica e pior em campo no jogo da Libertadores, está sendo pretendido, por ironia do destino, justamente pelo Flu. A situação, agora, é diferente. O sufoco é bem maior. Espero que a gente possa resgatar aquela inspiração, que aquele resultado se repita e seja o marco da nossa recuperação. Outra jogo, outra quarta-feira de noite... tomara – torce Washington, herói daquela partida em que o Fluminense quebrou um tabu de 40 anos sem vencer o São Paulo no Maracanã por dois gols de diferença. São Paulo não pensa em revanche A eliminação da Libertadores aconteceu justamente no Maracanã, contra o Fluminense. Em uma derrota por 3 a 1 e a perda da vaga no último minuto de jogo, o São Paulo demorou para se recuperar do baque. Mas o técnico Muricy Ramalho garante que ninguém pensa mais nisso, não há clima de revanche. Hoje o campeonato é outro. - Não sobrou nada daquele jogo, fomos bem tratados lá, o Fluminense ganhou em campo e isso é futebol. Perdemos e não tem nada a contestar - garante o treinador. Muricy prefere não comentar a situação do Fluminense, que está na zona de rebaixamento e caiu de produção após perder o título da Libertadores. - A gente não sabe o que é o dia-a-dia do outro clube e tem que respeitar, uma eliminação na Libertadores os times sentem muito, mas não estou aqui para analisar a parte deles. É um jogo complicado, contra um time grande, mas temos nossa maneira de jogar e vamos com o objetivo de ganhar.

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